quinta-feira, 7 de abril de 2016

Café estimula a preguiça(atualidades)

Pare com essa mania de beber café para acordar. Parece que você não está tomando a melhor decisão. Segundo pesquisa britânica, ao contrário do esperado, café estimula a preguiça.
Quer dizer, com ratos funcionou assim. Vinte deles foram colocados numa jaula com buracos onde havia açúcar. Alguns dos ratos eram esforçados e buscavam até os espaços mais difíceis de alcançar só para se esbaldar em uma dose extra de energia. Já outros eram bem mais preguiçosos – para que se esforçar enquanto dá para pegar açúcar em um buraco mais fácil?
Bem, aí todos eles ganharam um pouco de café. Os ratos preguiçosos continuaram preguiçosos. Porém, aqueles outros mais ativos mudaram de atitude: tornaram-se preguiçosos também!
Os cientistas ainda não sabem explicar o porquê. Mas a notícia serve para você ficar esperto quando decidir tomar um cafezinho para espantar a preguiça.

domingo, 3 de abril de 2016

ARTES
O grafite em BH

Foi-se o tempo em que o grafite era visto com olhos tortos, como se fosse uma pichação. Basta ver como artistas como Os Gêmeos são disputados a tapa (e a grandes fortunas) em exposições mundo afora. Ou ver a idolatria que existe acerca do misterioso Banksy, de que já falei aqui no blog. Em São Paulo, existe o Beco do Batman, com muros totalmente forrados de grafite, que atrai turistas do mundo inteiro. E a Red Bull resolveu adotar o projeto Street Art View, um gigantesco mapa mundial com fotos e localização de grafites ao redor do planeta.
Assim como São Paulo tem seu Cambuci, o bairro onde Os Gêmeos começaram a trabalhar, ainda nos anos 80, e que já foi berço de vários outros grafiteiros talentosos, outras cidades já estão formando redutos particulares. Em Beagá, ainda não existe um bairro onde a arte de rua esteja mais presente, mas já temos nossos grafiteiros renomados, inclusive fora do país. É o caso do Davi de Melo Santos e doAndré Dalata. Outra que está espalhando sua arte pelas ruas da cidade é a Maria Raquel Bolinho, autora dos simpáticos cupcakes que ilustram o muro da choperia Devassa, na Savassi. Também temos os palhacinhos de Zack, a arte do Hyper e das Minas de Minas, quatro mulheres que fazem grafite na capital mineira. Esses são alguns dos grafiteiros mais importantes hoje na cidade, que teve como grande incentivador da técnica o artista plástico Rui Santana, que morreu em 2008, aos 48 anos, e idealizou a primeira Bienal Internacional do Grafite, naquele mesmo ano.
Coloco abaixo nove grafites que fotografei nas últimas semanas. Foi com o celular mesmo, sem pensar que iriam ser usadas no blog. Mas vou adicionando aos poucos, sempre que vir um grafite novo que mereça o registro. E aceito duas contribuições dos leitores deste blog: a autoria e localização das imagens abaixo, caso vocês saibam, e o envio de mais fotos de grafite em BH, para eu acrescentar aqui. Minha ideia é tornar este post uma grande galeria de grafites, só produzidos em Belo Horizonte. Ajudem! ;)

ARTES

Arte Contemporânea

arte contemporânea é construída não mais necessariamente com o novo e o original, como ocorria no Modernismo e nos movimentos vanguardistas. Ela se caracteriza principalmente pela liberdade de atuação do artista, que não tem mais compromissos institucionais que o limitem, portanto pode exercer seu trabalho sem se preocupar em imprimir nas suas obras um determinado cunho religioso ou político.

Esta era da história da arte nasceu em meados do século XX e se estende até a atualidade, insinuando-se logo depois da Segunda Guerra Mundial. Este período traz consigo novos hábitos, diferentes concepções, a industrialização em massa, que imediatamente exerce profunda influência na pintura, nos movimentos literários, no universo ‘fashion’, na esfera cinematográfica, e nas demais vertentes artísticas. Esta tendência cultural com certeza emerge das vertiginosas transformações sociais ocorridas neste momento.

Os artistas passam a questionar a própria linguagem artística, a imagem em si, a qual subitamente dominou o dia-a-dia do mundo contemporâneo. Em uma atitude metalingüística, o criador se volta para a crítica de sua mesma obra e do material de que se vale para concebê-la, o arsenal imagético ao seu alcance.
Nos anos 60 a matéria gerada pelos novos artistas revela um caráter espacial, em plena era da viagem do Homem ao espaço, ao mesmo tempo em que abusa do vinil. Nos 70 a arte se diversifica, vários conceitos coexistem, entre eles a Op Art, que opta por uma arte geométrica; a Pop Art, inspirada nos ídolos desta época, na natureza celebrativa desta década – um de seus principais nomes é o do imortal Andy Warhol; o Expressionismo Abstrato; a Arte Conceitual; o Minimalismo; a Body Art; a Internet Street e a Art Street, a arte que se desenvolve nas ruas, influenciada pelo grafit e pelo movimento hip-hop. É na esteira das intensas transformações vigentes neste período que a arte contemporânea se consolida.
Ela realiza um mix de vários estilos, diversas escolas e técnicas. Não há uma mera contraposição entre a arte figurativa e a abstrata, pois dentro de cada uma destas categorias há inúmeras variantes. Enquanto alguns quadros se revelam rigidamente figurativos, outros a muito custo expressam as características do corpo de um homem, como a Marilyn Monroe concebida por Willem de Kooning, em 1954. No seio das obras abstratas também se encontram diferentes concepções, dos traços ativos de Jackson Pollok à geometrização das criações de Mondrian. Outra vertente artística opta pelo caos, como a associação aleatória de jornais, selos e outros materiais na obra Imagem como um centro luminoso, produzida por Kurt Schwitters, em 1919.
Os artistas nunca tiveram tanta liberdade criadora, tão variados recursos materiais em suas mãos. As possibilidades e os caminhos são múltiplos, as inquietações mais profundas, o que permite à Arte Contemporânea ampliar seu espectro de atuação, pois ela não trabalha apenas com objetos concretos, mas principalmente com conceitos e atitudes. Refletir sobre a arte é muito mais importante que a própria arte em si, que agora já não é o objetivo final, mas sim um instrumento para que se possa meditar sobre os novos conteúdos impressos no cotidiano pelas velozes transformações vivenciadas 
no mundo atual
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ARTES
Instituto Inhotim  é o maior centro de arte contemporânea a céu aberto do mundo, cercado por um majestoso jardim botânico. Caminhar por sua enorme área, que ostenta uma das maiores coleções de espécies vivas entre todos os jardins botânicos do país, é uma experiência única. Mas é pela arte que o Inhotim ganhou notoriedade. Mais de 20 galerias abrigam obras de 85 artistas de 26 diferentes nacionalidades: instalações, esculturas, desenhos, fotos e vídeos que chocam, encantam e estimulam a participação do visitante. No último ano, o vasto acervo ganhou como reforço obras de Lygia Pape, Tunga, Cristina Iglesias e Carlos Garaicoa.
Por que é 5 estrelas?
Porque nada no mundo se compara a Inhotim. Seu idealizador, o minerador Bernardo Paz, projetou um espaço com jardins amplos e exuberantes que dialogam com as obras de arte e a arquitetura das galerias - que de tempos em tempos são atualizadas, de acordo com o a curadoria do museu. A estrutura é de primeira: restaurantes, lanchonetes, monitores, limpeza e conservação impecáveis.
Preste atenção
Na áudio-instalação de Janet Cardiff & George Bures, que corresponde à narração de um sonho; no pavilhão do artista Matthew Barney (que mais parece um óvni espelhado no meio da mata); na galeria Doug Aitken, de onde se ouve o som da terra; na galeria de Cildo Meirelles, uma impactante casa com todos os cômodos e objetos revestidos de vermelho; crianças se divertem nas Cosmococas de Hélio Oiticica - salas com estímulos sensoriais.
A melhor foto
Da escultura Elevazione, de Giuseppe Penone, uma imensa "árvore" suspensa, com raízes à mostra; da Magic Square, de Hélio Oiticica, onde nove paredes coloridas contrastam com o verde, em frente ao maior lago do Instituto; das 70 vigas de ferro despejadas de pé em uma piscina de concreto por Chris Burden, no alto de uma colina - oportunidade para captar arte e natureza num mesmo clique; e dos fuscas coloridos, perto da entrada das Cosmococas, um dos cartões-postais do instituto.
Tempo de visita
Dois dias. Para economizar tempo, compre, além do ingresso, o passe do carrinho que leva às obras mais distantes - ele funciona como um circular, e passa a cada 15 minutos nas paradas indicadas no mapa do museu.
Quando ir
O ano todo. Nas quartas-feiras (exceto feriados), a entrada é grátis. E, nos fins de semana, o instituto fecha mais tarde. De terça a domingo, um ônibus liga a rodoviária de Belo Horizonte ao local. Nos meses de agosto e setembro, o projeto Inhotim em Cena leva artistas ao parque todos os domingos, para apresentações grátis (música, dança ou performance teatral) - a programação é divulgada no site.
Serviço
Circular no museu é fácil: logo na entrada você recebe um mapa e em cada galeria há um monitor. Há quatro tipos de visitas guiadas:
1. Artística: sábados e domingos, às 14h30, com uma hora de duração;
2. Ambiental: sábados e domingos, às 10h30 e 14h30, com 1h30 de duração;
3. Panorâmica: de terça a domingo, às 11h e 14h, com 1h30 de duração;
4. Viveiro-educador: de terça a domingo, às 9h30 e às 16h, sem duração determinada.
Ingresso
R$ 25 (às terças e quintas) ou R$ 40 (de sexta a domingo). A entrada é gratuita às quartas-feiras.



ATUALIDADES

ONG denuncia condições de trabalho desprezíveis em fábrica da Apple na China


Washington, 23 Out 2015 (AFP) - Uma fábrica que opera para a Apple na China abriga seus funcionários em dormitórios superlotados, cheios de mofo e infestados de insetos, denunciou nesta quinta-feira uma organização não governamental que audita as organizações de trabalho.

A investigação secreta, feita pela China Labor Watch na fábrica de iPhones em Xangai, operada pela taiwanesa Pegatron Group, é a última de uma série de investigações que documentam as péssimas condições de trabalho de operários das fábricas terceirizadas pela Apple.

"Persistem os baixos salários, as longas jornadas de trabalho, o trabalho não remunerado, as medidas de segurança precárias e as condições de vida desprezíveis", indicou o informe, segundo o qual foram detectadas cerca de duas dezenas de "violações de direitos trabalhistas legais e éticos".

Embora a Apple tenha prometido melhorar as condições de trabalho dos terceirizados a quem terceiriza a produção de seus equipamentos, o informe assegura que os problemas persistem desde que foi publicado, em 2013, o informe sobre três fábricas chinesas operadas pelo mesmo grupo taiwanês.

"Sem considerar o pagamento de horas extras, os trabalhadores que fabricam os iPhones ganham apenas o salário local mínimo de 318 dólares por mês, ou seja, US$ 1,85 a hora. Isto não dá para viver", destacou o relatório.

"Depois de suas longas jornadas, os trabalhadores pegam um ônibus que, em meia hora, os leva aos seus dormitórios, onde até 14 pessoas dormem confinadas em um único quarto. O mofo cresce sem controle nas paredes e as camas estão cheias de percevejos; muitos trabalhadores estão cobertos de picadas vermelhas", prosseguiu.

Ainda segundo o informe, a saúde e a segurança são suas maiores preocupações porque esta fábrica usa muitas substâncias tóxicas, entre elas mercúrio e arsênico. No entanto, "ninguém diz aos trabalhadores nada sobre a localização desta ou aquela substância no processo de produção ou como fazer para se proteger de sair ferido".

O relatório citou um total de 23 violações, entre elas a falta de treinamento e equipamento, cuja segurança é inadequada.

"Infelizmente, as horrendas condições de vida e de trabalho que os trabalhadores da Pegatron enfrentam em 2015 não são melhores do que as que vimos em 2013", prosseguiu.

O grupo citou "melhoras limitadas" em algumas áreas, como por exemplo a semana de trabalha média, que diminuiu de 63 para 60 horas.

A Apple não respondeu por enquanto às solicitações da AFP a fazer comentários.

A gigante da tecnologia já enfrentou críticas no passado pelas condições de trabalho da Foxconn, outra terceirizada com sede em Taiwan.

atualidaes

JOGOS DOS POVOS INDÍGENAS

Organizado pelo Comitê Intertribal Indígena, com apoio do Ministério dos Esportes, os Jogos dos Povos Indígenas têm o seguinte mote: “O importante não é competir, e sim, celebrar”. A proposta é recente, já que a primeira edição dos jogos ocorreu em 1996, e tem como objetivo a integração das diferentes tribos, assim como o resgate e a celebração dessas culturas tradicionais. A edição dos Jogos de 2003, por exemplo, teve a participação de sessenta etnias, dentre elas os Kaiowá, Guarani, Bororo, Pataxó e Yanomami. A última edição ocorreu em 2009 e foi a décima vez em que o torneio foi realizado. A periodicidade dos Jogos é anual, com exceção do intervalo ocorrido em 1997, 1998, 2006 e 2008 quando não houve edições.
É interessante notar que as sedes dos Jogos são sempre em locais afastados das grandes cidades, contrariando a lógica dos torneios desportivos, mas extremamente coerente com a proposta indígena: em 1996 foi em Goiânia (GO); em 1999 em Guaía (PR); em 2000 em Marabá (PA); em 2001 no Pantanal (MS); em 2002 em Marapanim (PA); em 2003 em Palmas (TO); em 2004 em Porto Seguro (BA); em 2005 em Fortaleza (CE); em 2007 em Olinda (PE); em 2009 em Paragominas (PA).
As modalidades disputadas variam um pouco entre os torneios, mas basicamente são as que seguem:
Arco e Flecha: Arma muito utilizada para caça, rituais e para a guerra. Na maioria das tribos o arco é feito de caule de Palmeira (tucum), mas existem algumas exceções: podem ser usados o aratazeiro, o pau-ferro, o ipê-amarelo e a aruerinha. O tamanho do arco varia de acordo com o uso que se fará do arco e com o costume da tribo. A flecha é feita de bambu, com variações nas pontas. Na primeira edição dos jogos, a organização forneceu o equipamento para todos os participantes, fato que impediu bons rendimentos nessa prova. Porém, nas outras edições dos Jogos, permitiu-se que os índios utilizassem o seu próprio equipamento. Cada delegação pode inscrever dois participantes diferentes, cada um com direito a três tiros. O alvo se localiza a uma distância de 30 metros e é marcado pelo desenho de um peixe;
Cabo de Guerra: É disputada em equipe, cujo objetivo é o de medir a força física dos participantes. Vencer o cabo de guerra significa ter os índios mais bem preparados para o confronto físico, e por isso é uma das provas mais esperadas dos Jogos. Cada tribo pode inscrever duas equipes (uma masculina e uma feminina), com dez participantes cada uma;
Canoagem: A canoa é o meio de transporte mais tradicionalmente utilizado pelas tribos indígenas, porém o tipo de canoa e o material utilizado para sua fabricação é bastante variável. Por isso, foi escolhida a canoa fabricada pelos Rikbatsa (navegável por todas as tribos), como o modelo oficial da disputa. Cada delegação deve enviar dois atletas;
Corrida com Tora: As toras, feitas de buriti, e com massa em torno de 100 Kg, devem ser carregadas pela equipe ao percorrerem uma distância pré-determinada. Para a competição, cada equipe deve inscrever dez participantes;
Xikunahity: Esse esporte também é conhecido como futebol de cabeça. Em lugar do chute, a bola é empurrada com a cabeça dos participantes. O jogo é disputado por equipes de dez atletas em um campo de dimensões próximas ao do futebol.
Outras competições mais próximas de nosso conhecimento também são disputadas nos Jogos dos Povos Indígenas, como o atletismo (100 metros rasos) e o futebol.

ATUALIDADES

Estado Islâmico executa 15 membros na Síria, diz observatório

Seria a maior execução de integrantes do grupo até agora no país.
Execuções acontecem após a prisão de 35 membros do grupo em Raqqa.


O Estado Islâmico matou 15 de seus próprios membros na maior execução de integrantes das forças de segurança do grupo registrada até agora na Síria, disse o Observatório Sírio para os Direitos Humanos neste domingo.

A execução dos membros do grupo tem relação com o assassinato de Abu Hija al-Tunisi, uma figura de primeiro escalão do Estado Islâmico, que morreu na quarta-feira em um ataque aéreo, disse o observatório.
As execuções acontecem após a prisão de 35 membros do grupo em Raqqa, no sábado (2), de acordo com o observatório, que tem sede na Grã-Bretanha e monitora o conflito que já dura cinco anos na Síria com fontes no terreno.
A Reuters não conseguiu verificar essa informação de forma independente.