sexta-feira, 11 de novembro de 2016

CBF - Atualidades

A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) foi multada pela segunda vez, agora em 25 mil francos-suíços (R$ 82 mil) por gritos de “bicha”, entoados desta vez pela torcida brasileira, na cobrança de tiro de meta do goleiro da Bolívia, no dia 06 de Outubro, em Natal, em partida das Eliminatórias da Copa do Mundo de 2018. Assim como em jogo contra a Colômbia, em Setembro, a homofobia foi registrada no Sistema de Monitoramento Antidiscriminação, onde fiscais da entidade acompanham o comportamento dos torcedores. Na primeira ocasião, a multa foi de 20 mil francos suíços (R$ 65 mil).
 
Ao total, 26 países já foram multados pela entidade desde que foi instituído o monitoramento que também abrange atos de racismo e discriminações regionais, alguns, como o Brasil, são reincidentes e as multas vão aumentando. 
Representantes latinos da Conmebol chegaram a contestar no Conselho da Fifa, afirmando que a homofobia no futebol, na região, é uma questão cultural. Que seriam “provocações” como qualquer outra manifestação de torcedores contra os adversários mas a entidade foi enfática em defender que a tolerância ao preconceito será zero.
 
“O que posso dizer é que precisamos que as pessoas sejam educadas, mesmo que esteja em sua história, na sua cultura, usar palavras não amigáveis contra o adversário. Isso tem de parar. Para a Fifa, a tolerância é zero em relação à homofobia, discriminação racial e discriminação de gênero” afirmou a secretária-geral da Fifa, a senegalesa Fatma Samoura - mulher, negra e muçulmana.

Só podemos parabenizar a entidade pelo esforço inédito de criar um mundo mais acolhedor, como demanda o espírito esportivo. 

Releitura - Postagem Artes

Assim como existem diversas interpretações de uma obra de arte, existem diversas possibilidades de releituras dessa obra. Uma boa releitura irá depender de uma boa compreensão na leitura da obra. Reler uma obra é totalmente diferente de apenas reproduzi-la, pois é preciso interpretar bem aquilo que se vê e exercitar a criatividade. Ao recriar uma obra não é necessário empregar a mesma técnica usada pelo artista na obra original. Na releitura de uma pintura podemos utilizar outras formas de expressão artística como o desenho, a escultura, a fotografia ou a colagem. O mais importante é criar algo novo que mantem um elo com a fonte que serviu de inspiração. Uma boa proposta de releitura se baseia em um conhecimento prévio do artista e da obra: a época em que ele viveu, sua biografia, artistas que admirava, outros artistas de seu tempo, o tema da obra e de outros trabalhos seus, a técnica utilizada, etc. Há inúmeros casos de grandes artistas que a utilizaram para se aperfeiçoar, homenagear seus mestres ou alguma obra em especial, como veremos no curso de Arte Moderna. No caso das artes, as atividades de releitura possuem um enorme valor educativo e, algumas vezes, geram resultados que se tornam conhecidos e resultam em uma sequência de obras, em outros tempos e estilos. Existem vários exemplos disso na arte, como é o caso da pintura Almoço na Relva de Manet que inspirou o quadro de Picasso. Manet se inspirou em Concerto Pastoral de Giorgione e em uma gravura de Marcantonio Raimondi, O Julgamento de Paris, gravura baseada em desenho de Rafael Sanzio. Ou, ainda, O Balcão de Manet de Magritte, releitura de O Balcão de Manet, que releu O Balcão de Goya. Abaixo, exemplos interessantes de releitura de alunos dos cursos de Design Gráfico, Design de Produto, Design de Ambientes e Licenciatura em Artes Visuais da UEMG. Releituras realizadas em 2007.

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Donald Trump eleito- atualidades

Donald Trump vence Hillary Clinton e é eleito presidente dos EUA


Donald Trump será o 45º presidente dos Estados Unidos. Contrariando pesquisas e previsões, ele derrotou Hillary Clinton e teve sua vitória projetada pela agência Associated Press (AP) às 5h32 (hora de Brasília) desta quarta-feira (9).

Quando entrou o número de delegados do estado de Wisconsin na conta da AP, Trump alcançou 276 delegados, ultrapassando o limite de 270 necessários para ser o vencedor no Colégio Eleitoral. A imprensa americana informou minutos depois que Hillary ligou para o rival e admitiu a derrota. "Eu a cumprimentei pela campanha muito disputada", disse Trump em seguida, em seu discurso da vitória.
Ao falar aos seus simpatizantes, Trump defendeu a união do país após a disputa eleitoral, ao afirmar que será presidente para "todos os americanos".
"Todos os americanos terão a oportunidade de perceber seu potencial. Os homens e mulheres esquecidos de nosso país não serão mais esquecidos", discursou. Trump disse ainda que o plano do país deve ser refeito. "Vamos sonhar com coisas para nosso país, coisas bonitas e de sucesso novamente."
Disputa
A democrata Hillary, de 69 anos, e o republicano Trump, de 70, protagonizaram uma disputada e agressiva campanha de quase dois anos, marcada por ofensas e ataques pessoais.
Durante a noite, enquanto a apuração avançava, Trump conquistou vitórias surpreendentes sobre Hillary em estados-chave para a definição, abrindo o caminho para a Casa Branca e abalando os mercados globais que contavam com uma vitória da democrata.
A maré começou a virar a favor de Trump após as vitórias na Flórida, Carolina do Norte, Ohio e Iowa. Além disso, contrariando sondagens e projeções, Michigan, Wisconsin e Pensilvânia votaram em um republicano pela primeira vez desde os anos 1980.

Intolerância Religiosa

A intolerância religiosa é um conjunto de ideologias e atitudes ofensivas a diferentes crenças e religiões. Em casos extremos esse tipo de intolerância torna-se uma perseguição. Sendo definida como um crime de ódio que fere a liberdade e a dignidade humana, a perseguição religiosa é de extrema gravidade e costuma ser caracterizada pela ofensa, discriminação e até mesmo atos que atentam à vida de um determinado grupo que tem em comum certas crenças.
As liberdades de expressão e de culto são asseguradas pela Declaração Universal dos Direitos Humanos e pela Constituição Federal. A religião e a crença de um ser humano não devem constituir barreiras a fraternais e melhores relações humanas. Todos devem ser respeitados e tratados de maneira igual perante a lei, independente da orientação religiosa.
O Brasil é um país de Estado Laico, isso significa que não há uma religião oficial brasileira e que o Estado se mantém neutro e imparcial às diferentes religiões. Desta forma, há uma separação entre Estado e Igreja; o que, teoricamente, assegura uma governabilidade imune à influência de dogmas religiosos. Além de separar governo de religião, a Constituição Federal também garante o tratamento igualitário a todos os seres humanos, quaisquer que sejam suas crenças. Dessa maneira, a liberdade religiosa está protegida e não deve, de forma alguma, ser desrespeitada.
É importante salientar que a crítica religiosa não é igual à intolerância religiosa. Os direitos de criticar dogmas e encaminhamentos de uma religião são assegurados pelas liberdades de opinião e expressão. Todavia, isso deve ser feito de forma que não haja desrespeito e ódio ao grupo religioso a que é direcionada a crítica. Como há muita influência religiosa na vida político-social brasileira, as críticas às religiões são comuns. Essas críticas são essenciais ao exercício de debate democrático e devem ser respeitadas em seus devidos termos.

 Há casos de explícita agressão física e moral a pessoas de diferentes religiões, levando até mesmo a homicídios. Entretanto, muitas vezes o preconceito não é mostrado com nitidez. É comum o agressor não reconhecer seu próprio preconceito e ato discriminatório. Todavia, é de fundamental importância a vítima identificar o problema e denunciá-lo. 

Trump

Donald Trump é um demagogo. Ele joga as pessoas contra as outras apelando aos seus instintos mais baixos. Sua campanha tem sido uma longa bravata alimentada por uma constante difusão de medo e da crença de que a solução para todos os erros do país está em uma figura autoritária – como ele – com a vontade de corrigi-los. Por todas essas razões, uma pessoa como Trump nunca deveria ter a permissão de disputar cargos públicos, e muito menos a presidência do país mais poderoso do mundo.

Dito tudo isso, ainda assim, é bom e importante frisar que, após sua vitória em Indiana e desistência de seus dois últimos adversários, Trump é de fato o candidato do Partido Republicano à disputa pela Casa Branca.

Primeiro, no momento em que a confiança nos partidos estabelecidos, nos políticos tradicionais, no sistema político e no processo democrático têm erodido dramaticamente – como evidenciado pela ascensão de Trump e Bernie Sanders – é crucial que as regras do jogo democrático não sejam mudadas no meio do caminho.

Ao passar o rolo compressor sobre Ted Cruz em Indiana, Trump colocou um fim a qualquer esperança de seus rivais ou da liderança do Partido Republicano de talvez retirar, de alguma maneira, a sua nomeação como candidato republicano por meio de acordos de bastidores de última hora ou a mudança de regras em uma convenção de partido contestada.

Donald Trump nomeia aliados e filhos para equipe de transição

O presidente eleito dos Estados UnidosDonald Trump, designou o vice-presidente eleito, Mike Pence, encarregado de uma equipe de transição da Casa Branca que também inclui três de seus filhos mais velhos, nesta sexta-feira (11), quando começou o trabalho de preencher cargos administrativos.
Segundo a campanha de Trump, Pence substitui o governador de Nova Jersey, Chris Christie, que permanece como vice-presidente do esforço de transição, num momento em que lida com as consequências de um escândalo que tem afetado sua posição política.
Como informa a agência Reuters, o anúncio ocorreu logo depois que os assessores de Trump se reuniram no edifício Trump Tower em Nova York para começar a avaliar candidatos para alguns das 4.000 vagas que ele terá que preencher logo após assumir o cargo, em 20 de janeiro de 2017.
Trump confiou em um círculo pequeno de aliados e membros da família durante uma difícil campanha presidencial. Essas pessoas continuarão a desempenhar um papel importante na transição, de acordo com o anúncio.
A filha de Trump, Ivanka, e os filhos Eric e Donald Jr., juntamente com o genro Jared Kushner, foram nomeados como membros da equipe de transição, embora tenham que supervisionar seu império de negócios. A empresa de Trump disse que o arranjo não violaria as leis de conflito de interesses.

Deep web

AFINAL, O QUE É DEEP WEB?

A Deep Web é formada por inúmeros sites e conteúdos que não são acessíveis por links padrões, que normalmente são iniciados com www, inseridos nos navegadores. Esse conteúdo da Deep Web não podem ser localizados por sites de buscas como o Google. Estima-se que a Deep Web seja 500 vezes maior do que a web comum, e essa imensidão é acessível para poucos, pois existem inúmeros sites que são criptografados e somente convidados têm conhecimento e a “chave” para acessar. Os endereços são muitas vezes códigos alfanuméricos com sufixo .onion em vez de .com. Em algumas redes, como a I2P, é necessário fazer configurações de rede e proxy para que se tenha acesso a determinados sites da rede. A Deep Web não é organizada através de camadas, e sim, através de redes de computadores totalmente independentes entre si. São elas: Onion (TOR), I2P, Freenet, Loky, Clos, Osiris e muitas outras.